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O que é uma Pequena Família?
Um lugar para compartilhar nossas vidas, nossas experiências, onde possamos cumprir o mandamento de Deus: “amar nosso próximo como a nós mesmos”.
É um lugar para orarmos uns pelos outros, servirmos uns aos outros, suportar uns aos outros, consolar uns aos outros, abençoar uns aos outros, amar uns aos outros, ensinar uns aos outros, perdoar uns aos outros e repartir nossos dons e talentos.
O que não é um grupo pequeno?
Não é uma “igrejinha”.
A pequena família não é um lugar para criticar a igreja ou seus lideres. Não faça isto e não permita que isto aconteça, pois o grupo pode tornar-se um lugar de intrigas e fofocas.
Também não é um lugar para criticar as outras igrejas principalmente não perder tempo falando mal da igreja que você participava anteriormente.
Não é um lugar para se pregar doutrinas próprias, confusas, que geram dúvidas e não trazem nenhuma edificação.
Qual o tamanho ideal para uma Pequena Família?
“Quando se trata de comunhão, o tamanho importa: quanto menor melhor. Você pode adorar no meio de uma multidão, mas não pode ter comunhão com ela. Quando um grupo se torna algo maior do que dez pessoas, alguém deixa de participar – normalmente o mais pacato -, e umas poucas pessoas acabam dominando o grupo. Jesus ministrou no contexto de um pequeno grupo de discípulos. Ele podia ter escolhido mais, porém sabia que doze estava em torno do número máximo de pessoas que um grupo pequeno pode conter para que todos possam participar.” Rick Warren (Uma vida com Propósitos).
Na Igreja Cristã da Família em Santos estipulamos, dentro da visão de grupos pequenos, que o número ideal para um grupo pequeno é de oito pessoas além do líder.
Quando um grupo começa a crescer e se aproxima de 16 participantes é imprescindível que o líder do grupo, juntamente com o supervisor (a) de grupos pequenos preparem este grupo para gerarem seu primeiro grupo pequeno dividindo-o em dois grupos.
Lembretes importantes para lideres de Pequenas Famílias:
Permita, sem resistência que alguém mude de grupo, as pessoas tem esta liberdade. Você deve orientar cada membro mais não proibi-lo de mudar de grupo.
Alguns grupos já estão com Líder e Auxiliar definidos. Não se precipite em escolher um auxiliar, espere mais um mês, porém antes de anunciar ao auxiliar que ele foi escolhido, converse com seu pastor ou supervisor do seu grupo (em breve estaremos criando supervisores para auxiliarem os grupos pequenos e principalmente os lideres).
Resista à tentação de pregar. Mesmo um grupo envolvido e participante, rapidamente se torna silencioso e passivo se percebe que o líder fala demais.
Não tenha medo do silêncio. As pessoas às vezes precisam de tempo para pensar na pergunta antes de formular as respostas.
Não se satisfaça com apenas uma resposta. Pergunte: “O que os outros pensam?” ou “Alguém tem outra idéia a respeito?”, até que outras pessoas tenham respondido a pergunta.
Não tenha medo de controvérsias. Elas podem ser muito estimulantes.
Não fique frustrado se não conseguir resolver cada assunto completamente. Vá em frente e deixe o assunto para depois.
Se perceber que alguém no grupo precisa de uma orientação ou oração fora do tema, não se prenda ao estudo, porém, se isto se tornar uma rotina o grupo acabará ficando desmotivado. Haverá momentos em que você deverá deixar para após o término da reunião situações de orientação ou oração particular.
Encerre o estudo com a aplicação e depois conduza um momento de oração aproveitando as sugestões dos temas do estudo.
Termine a reunião na hora marcada e deixe sempre um tempo para comunhão e lanche.
Não esqueça de preencher a lista de presença
Igreja Cristã da Família em Santos
Pequenas Famílias
Em breve você poderá baixar os estudos através deste site, aguarde!
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